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Assista ao trailer da adaptação de “Como eu era antes de você” – Jojo Moyes

O filme traz no elenco Emilia Clarke e Sam Claflin e estreia nos cinemas dia 16 de junho.

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Por onde andam as pessoas interessantes?

Li esse texto no site do Entre toda as coisas e achei lindíssimo. Ultimamente tenho me identificado muito com os textos do site, mas alguns deles são bonitos mesmo não tendo a ver com a atual fase da minha vida. Afinal, quem nunca se sentiu sozinho no mundo?!
 

Por onde andam as pessoas interessantes?

Depois que terminei meu namoro, senti que as coisas deram a devida reviravolta que eu tanto proclamava. De 4 a 6 semanas foi o suficiente pra poeira baixar e chegar ao limbo. O limbo é aquele lugar calmo, não muito raro, que todo mundo tem dentro de si. Um sótão que não é escuro, não abriga histórias de terror, não tem nada a ver com os filmes. Passei um bom tempo lá e confesso que tava até feliz por não ter que me distrair com ninguém a não ser eu. Depois de todo fim a gente precisa de um tempo pra cuidar da gente, botar a cabeça no lugar, sair por aí pegando uma infinidade de gente – papo chato de autoafirmação, aposto que você me entende. E depois de tudo isso, a gente para lá no limbo pra tomar uma cerveja.

De uns meses pra cá eu senti nada. Sentia nada, nadinha. Nem por uma, nem por dez das que jantaram comigo – e não é exagero, foram dez mesmo. Mexicano, japonês, italiano, comida no parque, jantar na casa dela, McDonald’s no shopping, rodízio de pizza, crepe na Voluntários, cachorro-quente num aniversário, sobremesa aqui em casa. A cada pessoa nascia aquele interesse curioso que era rapidamente sucedido pela preguiça de se dispor, de ter que contar toda a minha história, de ter que voltar pro grande jogo das conquistas.

Não me entenda mal. Eu sempre gostei de conhecer gente. Sempre gostei de ter um coração meio vagabundo que se encantava fácil, que era só achar quem tratasse bem ou batesse um pouco que ficava grudado no celular esperando resposta. E agora nada. Nadica. A maior demonstração disso foi quando superei o medo irrefreável de tirar o last seen do Whatsapp. Não tenho esperado mais resposta de ninguém e tenho tido pavor de responder alguém que não sejam os meus amigos. Ontem, por exemplo, eu peguei um ônibus lotado e um senhorzinho puxou assunto. Contou da vida, perguntou da minha. Monossilábica, meu senhor, é assim que ela anda. Nem escondi a intolerância e tratei logo de botar dois fones no ouvido pra me esconder do desconhecido. Reparei que a gente sempre faz isso na vida. A gente sempre abafa o que tenta incomodar a apatia com algum som familiar, com alguma memória preenchida ou com a desculpa de que a gente tá sempre ocupado e não pode prestar atenção. Eu, assim como um monte de gente, não quero sair da inércia, não quero sair daquele limbo sentimental a menos que alguém me puxe.

E isso me leva à outra questão: por onde andam essas pessoas que costumavam puxar a gente? Já falei sobre timing e sobre um monte de ingredientes pra equação, mas nem exijo amor, não. Uma história à toa, por menor que seja, só pra não lidar com o egoísmo da solidão. E nada de aparecer alguém que dê match na vida real como a gente dá no Tinder, ninguém que faça a gente ter vontade de continuar um papo tranquilo sem cobrança, mas com vontade de continuar. Quando falo em gente interessante, me refiro única e exclusivamente a quem se conecte com a gente de verdade, para além do mundo virtual e dos telefones da vida. Outro dia perguntei pra um amigo se ele sentia que as pessoas interessantes tinham sumido e ele disse que sim. Mais uma corja de amigos recém-separados e na mesma faixa de idade responderam o mesmo. E isso me faz pensar se a gente é que ficou desinteressante ou se o limbo emocional – nossa casa constante com o passar dos anos e dos relacionamentos – acabou tornando a gente mais exigente e maduro. Ou se realmente anda difícil encontrar conexão emocional numa época em que os aplicativos de pegação, a variedade de opções e a falta de tempo costumam transformar em instantâneos os relacionamentos que já estavam se tornando efêmeros.

Daqui do limbo as coisas vão de mal a monótonas. Cada novo encontro mostra que a barra de compatibilidade do last.fm tá quebrada. E eu já não sei mais se é a gente que deixou a coisa da conexão emocional se apagar por conta do momento, da apatia, da vontade interna de manter as coisas caladas ou se o mundo não tem proporcionado bons encontros com gente interessante – que deve andar escondida. Ou nós mesmos nos tornamos desinteressantes pela apatia. A única coisa que sei mesmo é que o Arnaldo Antunes nunca fez tanto sentido como hoje. Enquanto eu escrevia esse texto, um trecho dele martelava na minha cabeça, no meu limbo, na minha falta de interesse: “Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate, nem apanha”.

Livro do mês de agosto

Todo mês, vou fazer uma sugestão de livro aqui no blog.
Não necessariamente eu os li, mas me identifiquei de alguma forma com eles e quero compartilhar com vocês.

(Quero aproveitar para agradecer o grande número de acessos do pessoal de Portugal! Nunca imaginei que outros países iriam se interessar pelo conteúdo. Fica aqui o meu muito obrigado! 😉

Bom, o livro desse mês é “A Terra inteira e o Céu Infinito” ou no seu nome original “A Tale for the Time Being”, da autora Ruth Ozeki. Mesmo sem ter lido o livro, mas pesquisando sobre a história, acredito que o nome original tenha muito mais a ver do que o em português. Não achei ruim o título em português, pois assim como o inglês, ele também remete aos ensinamentos budistas da história. Mas “A Tale for the Time Being” me parece mais adequado. Eu não sou muito chegada em livros com religiões, pois não concordo com muitas crenças delas, mas essa história é contada diferente. Em nenhum momento o budismo é forçado e isso já é um ponto bem positivo, sendo assim somente uma característica dos personagens e não uma tentativa de “conversão” àquela religião.

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Mas uma das novidades pra mim, e foi isso que me levou a indicar o livro nesse mês, é o fato de que o gênero do livro é  auto-ficção. Não sei pra vocês, mas é primeira vez que ouço isso. Parece contraditório, né?

Auto-ficção nada mais é do que a história criada – fictícia – com alguns elementos da história real do próprio escritor – auto, como numa auto bibliografia. Então o livro tem aspectos totalmente inventados, assim como algumas características dos personagens são inspiradas na realidade de quem escreve.
Nesse livro por exemplo, uma das personagens principais se chama Ruth, que mora numa ilha remota no Canada. Ela tem imigrantes japoneses e é casada com um artista botânico chamado Oliver. Isso coincide com a vida real da escritora, que também tem descendência japonesa, mora numa ilha em British Columbia no Canada, e é casada com um artista chamado Oliver. Entenderam o que eu quis dizer com auto ficção?

Aqui uma definição mais ‘literária’:

“O termo auto ficção foi usado pela primeira vez por Serge Doubrowsky,  em 1977 no livro Fils, para conceitualizar o conjunto de obras literárias que apresentam passagens da vida ou, até mesmo, características físicas e psicológicas do autor em um contexto claramente ficcional.”

Sinopse do livro:

“Numa remota ilha do Canadá, a escritora Ruth cata mariscos com o marido na praia quando se depara com um saco plástico coberto de cracas que envolve uma lancheira da Hello Kitty. Dentro, encontra um livro de Marcel Proust, Em busca do tempo perdido, e se surpreende ao descobrir que o miolo, na verdade, é o diário de uma menina japonesa, Nao. A sacola misteriosa, segundo os rumores dos habitantes, é mais um dos destroços do último tsunami que devastou o Japão e foi levado pelas correntezas até a ilha. Desde então, Ruth é tragada pela história do diário de Nao, uma menina que, para escapar de uma realidade de sofrimento – de bullying dos colegas e de um pai desempregado e suicida -, resolve passar seus últimos dias lendo as cartas do bisavô, um falecido piloto camicase da Segunda Guerra Mundial, e contando sobre a vida da avó, uma monja budista de 104 anos. O que Ruth não esperava era que o diário iria levá-la a uma viagem onde ela e Nao podem finalmente se encontrar fora do tempo e do espaço.”

Número de páginas: 464
Ano de lançamento: 2014

Ele foi publicado pela Editora Leya aqui no Brasil, e pode ser adquirido nos links abaixo:

E para finalizar, vocês podem assistir ao vídeo da resenha da Lully no canal do Youtube dela, contando um pouquinho melhor sobre a história 😉

 

Série iniciada pelo “O Chamado do Cuco” terá mais livros que Harry Potter

J.K. Rowling divulgou recentemente que pretende escrever mais 7 livros, além dos que já foram publicados até agora. No total serão 9 livros e portanto, passará de Harry Potter que tem 7.

Rowling comentou:  “Eu amo escrever esses livros. E uma das coisas que eu mais gosto nesse gênero é que, ao contrário de Harry, onde há uma história abrangente, aqui você está falando de histórias separadas. Então enquanto seu detetive viver, você pode dar a ele os casos”.

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Ela ainda comenta na entrevista que está na metade do terceiro livro e que ele será focado em soldados que deixam a vida militar e voltam para suas casas. 

Os livros já lançados foram “O chamado do Cuco” e “The Silkworm” (lançado na Inglaterra). A previsão de estreia para o Brasil é em novembro pela Editora Rocco, e ele se chamará “O bicho da Seda”. 

Ainda não li nenhum dos livros, mas fiquei curiosa com a história e todo o ‘murmurinho’ em torno deles. Quem sabe até animo e tento ler  “Morte Súbita” de novo. 

 

Kindle Unlimited – o “Netflix” dos livros

Mais uma daquelas notícias que me balançam! Minha primeira reação foi “MAS QUE HORROR! O QUE SERÁ DOS ESCRITORES ASSIM?” Mas, pensando melhor, que ideia ótima! haha

A Amazon, empresa criadora do Kindle, divulgou essa semana o Kindle Unlimited, que vai funcionar basicamente como o Netflix funciona. O cliente pode experimentar o serviço gratuitamente por 30 dias e após isso, ele paga U$ 9,99 por mês para ter acesso a mais de 600 mil ebooks, com acesso ilimitado.

No momento, o serviço só está disponível para as contas americanas, e os ebooks disponíveis são todos em inglês. Mas, acredito que se vingar por lá, logo a Amazon vai disponibilizar para outras nacionalidades e em outras línguas também.

Abaixo, o vídeo da empresa explicando como funciona o serviço.

 

Para escritores que estão acostumados a enviar suas obras para venda na Amazon, vai funcionar assim: quando você cadastra o seu livro/história/conto, existe a opção de marcar o KDP select, que te ajuda a vender mais. E quando você selecionar essa opção de KDP select, automaticamente você autorizará a publicação no Kindle Unlimited. Mas, para aqueles que não querem fazer parte do programa, também tem a opção de desmarcar essa parte (só é preciso estar atento durante o cadastro).

Em relação aos lucros, o dinheiro só é contabilizado na sua conta, quando o cliente lê mais de 10% dele, ou seja, não lê só os trechos disponibilizados  gratuitamente pela Amazon, mas sim compra o ebook e o lê de verdade. Essa quantia vem do fundo do KDP select. É somente dessa forma que o royalties são contados. E só vale para a primeira vez que o cliente ler o seu ebook.

  A ideia é bem interessante, principalmente para escritores que não são muito conhecidos.

 

Aproveitando que estamos falando de ebooks, Amazon e coisa e tal, dá uma passadinha no link para adquirir meu conto pela enorme quantia de R$2,00.

 

 

Conheça o mais novo selo de fantasia literária: Fantástica Rocco

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Para quem é fã da Editora e de livros de fantasia, terror e ficção científica, já pode começar a soltar os foguetes!

Em agosto, a Rocco lançará o seu mais novo selo, chamado de Fantástica Rocco e com isso, mais portas irão se abrir para a publicação de livros desse gênero nos catálogos da Editora. Eles prometem livros nacionais e internacionais, o que é ótimo, pois ressalta a influência que os escritores nacionais estão fazendo no mundo da fantasia, além dos já queridos e amados autores internacionais.

Os mais novos lançamentos já com o selo novo, incluem:

  • Cemitérios de dragõesRaphael Draccon (nacional);
  • O Reino das Vozes que não se calamCarolina Munhóz e Sophia Abrahão (nacional);
  • Alif, o invisívelG. Willow Scott;
  • Contos inéditos de Doctor Who;
  • Além de nomes conhecidos como Neil Gaiman, Eoin Colfer e Michael Scott.

 

Apresento a vocês: Armandinho!

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Eu sempre gostei de ler tirinhas com crianças, estilo “A turma da Mônica”. Cresci lendo muitos gibis, e aprendi a gostar deles mesmo depois de velha. Mas o Armandinho é totalmente diferente! Que coisa mais amor, gente!

O criador dele se chama Alexandre Beck. E infelizmente eu não conheço a história de como surgiu o projeto para contar à vocês. Mas o que eu posso garantir é: desde que eu conheci as tirinhas do Armandinho, me apaixonei. Vários amigos meus acabaram aderindo a essas tirinhas também, que tratam de assuntos atuais e problemas brasileiros, como animais ameaçados de extinção.

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Mas o mais gostoso é que Armandinho é uma criança, portanto, todos esses problemas são retratados da forma mais inocente possível, visão que só uma criança tem do mundo. E é isso que faz com que as tirinhas sejam um sucesso.

Recentemente foi lançado o livro Armandinho 3, que traz as mais recentes tirinhas do autor. Eu acabei deixando a oportunidade passar esse mês, mas prometo (a mim mesma haha) que no próximo mês eu compro! E vocês deveriam também, pois é ótimo! Armandinho com certeza, vai arrancar várias gargalhadas de vocês! Assim que tiver o meu exemplar em mãos, faço uma resenha dele mostrando como é por dentro 😉

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Segue abaixo o perfil do facebook do Alexandre, o blog dele e o site para compras:

Aplicativo que te ajuda a escolher livros de uma forma diferente

Quem nunca foi a livraria com algum título ou autor na cabeça? Ou quando estava olhando as vitrines teve sua atenção chamada por alguma capa de livro? Querendo ou não, sempre vamos escolher os livros influenciados por algum desses fatores: capa, autor, história, editora…
E foi pensando nisso, que esse aplicativo diferente foi desenvolvido. Ele se chama Uncovered Books e foi desenvolvido pela Maxwell Blume.

A má notícia é que  por enquanto, o app só está disponível para Ipads e em inglês 😦

Pode parecer um pouco radical a primeira vista – eu demorei um pouco para assimilar a ideia de ler um livro sem saber nada sobre ele – mas parando para pensar, é uma experiência, no mínimo, interessante. Eu acabei pensando nela como colocar o Shuffle para funcionar quando se está ouvindo músicas.
Claro que, pode-se odiar os livros selecionados, mas também pode surgir um novo amor, e que por conta daquela capa sem graça, ou daquele escritor desconhecido passou totalmente despercebido por vocês.
Eu, como adoradora dos livros, achei fascinante ler sem saber de nada. Aquele gostinho de surpresa, quase que um frio na barriga.

O app funciona assim: primeiro o usuário deve colocar suas preferências, e isso vai dar um norte para as  recomendações recebidas. Depois ele poderá ler um trecho da obra sugerida para só então decidir se fará a compra ou não. Lembrando que o livro não terá capa, nome do escritor e nem título.

Se esse app realmente pegar, isso vai abrir caminho para novos escritores, que como eu disse lá em cima, ainda não possuem fama. Assim como outros sites e apps, o autor recebe royaltes pelas vendas, sem depender de editoras e sem se preocupar com a divulgação. Portanto, ele atua em duas frentes: na do leitor que quer se abrir a novas experiências e ao escritor que quer ampliar seu mercado sem a influência de editoras.

Para quem se interessou, pode acessar o site para maiores informações e fazer o download, aqui.

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J.K. Rowling volta a escrever sobre Harry Potter!

É isso mesmo que vocês leram no título! F-E-L-I-C-I-D-A-D-E define!

Rowling divulgou nessa madrugada no Pottermore, um conto de Harry Potter! Nele, somos apresentados ao trio mais velho, com 34 anos, sendo descritos por uma matéria de Rita Skeeter para o Profeta Diário, tendo como cenário a final da Copa Mundial de Quadribol.

Dá para ler o conto original em inglês, aqui.

Mas, se vocês preferirem, a linda equipe do Potterish, traduziu ele todinho! Confira abaixo:

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Leia o resto deste post

Encontro de fãs – Saga Os Instrumentos Mortais

Boa noite! Depois da derrota HISTÓRICA do Brasil nessa copa, só me resta postar! hahaha (que titeza, né?!)

Falando de coisa boa, a Galera Record está organizando diversos encontros de fãs pelo Brasil para discussão do novo livro da Saga Os Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare, chamado Cidade do Fogo Celestial. Além da discussão do último livro da saga, haverá sorteios de brindes. São várias cidades que receberão o evento, clique aqui para maiores informações.

Em Porto Alegre, o encontro ocorrerá na Livraria Saraiva do Barra Shopping Sul, às 15h no dia 19/07.

 

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Lembrando que a Cassanda Clare estará presente na Bienal do livro em São Paulo, nos dias 23 e 24 de agosto e estará no Rio no dia 25 de agosto, na Livraria Saraiva Village Mall, às 18h. Quem é fã da saga terá uma bela oportunidade 😉

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