Maze Runner – A cura Mortal de James Dashner

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Finalmente voltei! Minha faculdade chegou ao final do 8° semestre, o último semestre de provas! Inacreditável haha Agora é só mais um aninho de estágios e no final do ano  (2015) eu me formo! Óbvio que tenho que passar pelo TCC ainda, mas né. Vamos por partes!

Terminado o momento desabafo, vou falar desse livro que mal conheço, mas já considero PakAs. A cura Mortal é o último livro da trilogia de Maze Runner. Vocês podem ler as outras resenhas, aqui, aqui e aqui. Lembrando da confusão que fiz com a sequência dos livros, e que acabei lendo um “spin-off” da série antes de ler o último.

Bom, a Cura Mortal  continua no mesmo ritmo dos outros livros escriue diz respeito as cenas de ação que não tiram férias. O ritmo é acelerado, muitas brigas acontecem o tempo todo, porém, fiquei desapontada com o final que a série levou. Sério. Acho que estava indo num ritmo tão gostoso de acompanhar, que não gostei do final. Talvez Dashner criou tantos empecilhos para a achar a cura, que o final precisou de umtos por Dashner, no qa solução que abordasse todos os furos e mistérios que até então não tinham sido resolvidos. Foi um final “méeh”. E o motivo pelo qual eu disse que considero PaKaS, é devido ao autor ter mantido o mesmo ritmo dos demais, e que isso pelo menos ficou como uma grande marca da escrita de Dashner (me levando a querer ler futuros livros dele), além de que fechou uma série boa de acompanhar. Além de não ter gostado do final, um outro motivo de ter ficado desapontada, é que a impressão que eu fiquei foi de que a CRUEL era algo pequeno, e que havia algo maior por trás da organização. Como se eles se mostrassem aos Clareanos como sendo os chefões do lugar, quando na verdade não eram. ACHEI que era isso, mas me enganei. Não vou dar maiores spoilers, mas achei que ficou muito enrolado na CRUEL como sendo o vilão da história, criou um baita mistério em torno de um personagem que é citado algumas vezes durante a história, e esse personagem só se apresenta de fato no final do livro, quando faltam poucas páginas pra tudo acabar. Ficou mal explorado, ao meu ver.

E, listando um último motivo pelo qual eu não gostei muito, foi a morte de uma personagem. Acho que ela foi desmoralizada nos outros livros (acredito que escrevi isso em outras resenhas) e no final a maneira mais simples de acabar com a história dela, foi matando-a. Não gostei! Apaga e escreve de novo, Dashner! Essa resenha foi rápida, porque infelizmente fiquei decepcionada com o rumo que a trilogia chegou. Esperava um pouquinho mais. No geral, ótima trilogia, com bons personagens, bom enredo e muita, muitaaaa ação. Quero saber a opinião de vocês sobre esse livro! Comentem! Até a próxima!

Sinopse

“Por trás de uma possibilidade de cura para o Fulgor, Thomas irá descobrir um plano maior, elaborado pelo Cruel, que poderá trazer consequências desastrosas para a humanidade. Ele decide, então, entregar-se ao Experimento final. A organização garante que não há mais nada para esconder. Mas será possível acreditar no Cruel? Talvez a verdade seja ainda mais terrível, uma solução mortal, sem retorno.”

Nome: Maze Runner – A Cura Mortal
Autor: James Dashner
Número de páginas: 364
Editora: V&G
Ano: 2012

Maze Runner – Ordem de Extermínio de James Dashner

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Bom, antes de começar a falar sobre o livro em si, preciso comentar o erro que eu cometi.
Eu comprei Prova de fogo e Ordem de extermínio juntos, achando que eles eram sequência um do outro. Porém, quase finalizando Ordem de Extermínio eu descobri que ele não era de maneira nenhuma a sequência de Prova de Fogo, e sim um livro a parte contando como a epidemia do Fulgor ocorreu pela primeira vez. Hahaha
E preciso contar sobre a minha decepção né! Eu estava enlouquecida querendo saber o que havia acontecido com Thomas e topo com a história de Mark. Hahaha

Enfim… o livro começa com um prólogo de Teresa, narrando logo que ela se despede de Thomas, antes dele ser colocado no “elevador” que dá acesso à Clareira. É bem interessante, pois ficamos sabendo de alguns truques usado pela CRUEL.
Após isso, temos um “13 anos antes”, e é aí que se inicia a história de Mark, Alec e todos os outros companheiros que sobreviveram a explosão e radiação solar inicial e que após um ano dos acontecimentos e horrores enfrentados por eles, são surpreendidos por um novo e terrível acontecimento: o aparecimento do FULGOR.
É muito interessante, pois acabamos conhecendo como o vírus se desenvolveu, porque ele se desenvolveu e quem fez ele se desenvolver. Algumas perdas aqui e ali ocorrem no grupo principal, quando uma nova personagem entra na história: Didi (não sei se esse é o nome original, mas achei péssimo! Tantos nomes para escolher e o autor acabou nesse…), uma garotinha de 4 anos que milagrosamente não foi afetada pela doença.

Eles passam por muitas dificuldades, e assim como nos outros livros da série, é lotado de ação. Sério, não tem como alguém reclamar disso. Os personagens não conseguem ter um minuto de paz. Se tu realmente se envolve na história, teu coração palpita junto com os acontecimentos.
Assim como nos outros livros, que eram narrados por Thomas, esse é totalmente narrado por Mark –  um cara de mértila no início, mas que prova ser uma pessoa guerreira com o passar das páginas.
No mesmo estilo dos outros, Dashner tem uma escrita bem característica, marcada por frases e pensamentos típicos dele.

Depois que meu choque inicial (de achar que eu estava lendo a sequência) passou, eu realmente fiquei envolvida nos acontecimentos daquele mundo de Maze Runner 13 anos antes. Uma leitura muito agradável, e que quando me dei por conta, faltavam poucas páginas para o final.
Preciso compartilhar aqui que achei que Didi fosse a Teresa alguns anos mais nova, devido ao prólogo do livro (que depois de tudo fazer sentido na história, aquele prólogo acabou ficando sem sentido, ao meu ver), quando na verdade ela se torna alguém muito mais interessante…
E é por isso que o final é tão surpreendente. Ele bagunçou minhas certezas e me deixou com o coração palpitando por conta do final triste, de certa forma.

Um livro muito bom, que deve fazer muito mais sentido, quando se lê a sequência correta da série Maze runner hahahahaha mas que de forma nenhuma desaponta. Recomendo muito a leitura daqueles que gostaram das aventuras de Thomas e desse mundo caótico criado por James.

P.S. Estou lendo A cura mortal e assim que descobrir o que acontece com Thomas, venho aqui no blog contar para vocês! 😉

Até lá!

Sinopse

“Antes de o cruel existir, antes que houvesse o Labirinto e muito antes que Thomas ingressasse na Clareira, as chamas solares assolaram a Terra e destruíram o mundo que a humanidade considerava salvo… Mark e Trina estavam lá quando tudo aconteceu, e sobreviveram. Mas sobreviver às chamas foi fácil se comparado ao que viria depois. Agora, um vírus que toma conta da mente com violência e dor se espalha por todo lugar e existe algo muito suspeito sobre sua origem. Pior ainda; ele está em mutação e as evidências sugerem que a humanidade se ajoelhará diante do caos, prevendo uma morte inevitável e assustadora. Mark e Trina estão convencidos de que existe uma maneira de salvar os poucos que restaram. E estão certos de que podem encontrá-los. Porque neste novo e devastado mundo, cada vida tem um preço. A sua também. E para alguns, você vale muito mais morto do que vivo. Ordem de Extermínio é a origem da trilogia Maze Runner, best-seller do New York Times, sucesso internacional em vários idiomas. Aqui encontraremos a história da destruição do mundo e da civilização, e de como o Fulgor fez com que alguns planejassem soluções drásticas e cruéis para a sobrevivência dos seres humanos… e do planeta à beira do caos e da extinção.”

Autor: James Dashner
Editora: V&R
Número de páginas: 379
Ano: 2013

Maze Runner – Prova de Fogo de James Dashner

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Hoje tem dobradinha de resenhas da série Maze Runner! \o/

Eu li Maze Runner – Correr ou morrer, faz algum tempo já. Vocês podem conferir a resenha aqui.
Resumidamente, eu gostei do livro, principalmente do final, deixando aquele gostinho de quero mais. Fiquei muito curiosa para saber como terminaria a história de Thomas e Teresa. Fiquei ainda mais curiosa depois que assisti ao filme no cinema. Adaptação essa que ficou MARAVILHOSA. Podem reclamar de algumas coisas do filme, mas de maneira nenhuma podem dizer que não tem ação. O filme tem pouquíssimas cenas mais calmas ou de diálogos extensos, assim como o livro (assim como todos os livros da série,diga-se de passagem).
E foi exatamente isso que senti em Prova de Fogo. O início do livro é mais calmo, afinal Thomas e os outros Clareanos acabaram de se libertar do labirinto. Até que tudo muda. Quando eles acham que estão na maior segurança e que suas vidas vão voltar ao normal, tudo vai por água abaixo e eles se veem presos novamente a CRUEL.
O teste deles ainda não acabou e na verdade, não se encontra nem na metade. Eles agora descobrem que o labirinto foi feito simultaneamente entre os Clareanos e um outro grupo, que ao invés de terem meninos, tinham meninas. Mas que assim como eles, conseguiram escapar também (o grupo das meninas conseguiu fugir alguns dias antes dos Clareanos – GIRLS POWER \O/ haha).
É dada então, uma nova “missão” aos Clareanos: atravessar o deserto e chegar ao “Refúgio Seguro”. Notem as aspas, mas quando não se tem pra onde fugir, que escolha se tem, não é mesmo?! Obviamente, nada é fácil na jornada deles.
Eles precisam enfrentar diversos perigos e dúvidas pelo caminho, além de terrível FULGOR. Uma espécie de vírus que deixa a pessoa doente e que ataca diretamente o cérebro, transformando-os em zumbis ambulantes que perdem a consciência do certo ou errado e por fim enlouquecem de vez.

A escrita de Dashner é de fácil compreensão. Aqueles vários nomes diferentes que nos foram apresentados em Correr ou Morrer e que eram totalmente estranhos, agora tornam-se naturais, no qual tu nem percebe as diferenças. A história continua sendo narrada do ponto de vista de Thomas, portanto, só descobrimos as coisas quando Thomas descobre e só conseguimos acompanhar o que acontece com o personagem principal. Eu gosto desse tipo de narrativa. A expectativa e ansiedade em relação ao que vai acontecer é mais gostosa.
A história não é monótona, mas acaba cansando um pouco no meio do livro quando as coisas só pioram e seguem o mesmo padrão. Acontece desgraça, tudo é consertado, e eles respiram aliviados por terem saído vivos. Desgraça, conserta, respira. Mas, quando vamos nos aproximando do final, as coisas começam a ficar emocionantes. E eu não vou dar grandes spoilers, mas a personagem da Teresa acaba por se revelar bem… astuta. Eu terminei o livro na dúvida sobre o caráter dela e o livro acaba exatamente com esse sentimento: PUTS, e agora?! Agora compra o próximo e devora ele inteiro para saber haha
Como sempre, o epílogo é muito interessante de ler. Ele traz, assim como em Correr ou Morrer, um adendo da CRUEL. Mas o mais interessante mesmo,é como acaba para Thomas. Eu senti toda a raiva e o sentimento de traição que ele sentiu. Fiquei enlouquecida para saber o final da história toda.

Destaco aqui a tradução e as artes de capa de todos os livros da série feitos pela Editora V&R. As folhas do livro são de material excelente, fonte de tamanho bom, que não força a visão e as páginas e capítulos não são poluídos. Aliás, os capítulos são bem curtinhos, o que é ótimo principalmente quando se está com sono e assim como eu, tem problemas em abandonar o livro na metade de algum capítulo.
Enfim, é uma leitura gostosa, rápida, mas que acaba pecando pela mesmice lá no meio da história. Porém, ela acaba te conquistando de novo no final, deixando aquele gostinho de quero mais que só Dashner sabe fazer!

Sinopse

“O Labirinto foi só o começo… o pior está por vir. Depois de superarem os perigos mortais do Labirinto, Thomas e seus amigos acreditam que estão a salvo em uma nova realidade. Mas a aparente tranquilidade é interrompida quando são acordados no meio da noite por gritos lancinantes de criaturas disformes – os Cranks – que ameaçam devorá-los vivos. Atordoados, os Clareanos descobrem que a salvação aparente na verdade pode ser outra armadilha, ainda pior que a Clareira e o Labirinto. E que as coisas não são o que aparentam. Para sobreviver nesse mundo hostil, eles terão de fazer uma travessia repleta de provas cruéis em um meio ambiente devastado, sem água, comida ou abrigo. Calor causticante durante o dia, rajadas de vento gélido à noite, desolação e um ar irrespirável – no Deserto do novo mundo até mesmo a chuva é a promessa de uma morte agonizante. Eles, porém, não estão sozinhos – cada passo é espreitado por criaturas famintas e violentas, que atacam sem avisar. Manipulação, mentiras e traições cercam o caminho dos Clareanos, mas para Thomas a pior prova será ter de escolher em quem acreditar.”

Autor: James Dashner
Editora: Vergara & Riba
Número de páginas: 400
Ano: 2011

A garota que você deixou para trás – Jojo Moyes

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Quando peguei esse livro para ler, não desgrudei mais dele até acabar. Terminei ele ontem, e quando me dei conta eram 3 da manhã e eu precisava levantar às 6h. Resultado: não fui pra aula! (haha Espero que nenhum dos meus professores esteja lendo isso)

A garota que você deixou para trás me convenceu pelo simples fato de que eu havia pensando em escrever uma história bem parecida, que mescla duas histórias em anos bem diferentes mas que possuem um objeto ou alguma coisa em comum. E isso por si só acabou chamando minha atenção na hora de comprar.

A história começa a partir de Sophie Lefrève, num vilarejo no norte da França durante a 1° Guerra Mundial. Essa parte de Sophie é narrada em primeira pessoa, então só temos o seu ponto de visto das coisas. Mesmo ela sendo uma grande influência na sua cidade, só sabemos dos acontecimentos conforme Sophie descobre eles.
A narrativa de Sophie é lindíssima. Sentimos todas as dores que ela sente, o amor pelo marido pintor que está lutando na Guerra e toda a sua força para manter a família unida. Tudo fica dramático, quando o Kommandant alemão diz para Sophie e sua família (composta por sua irmã, seu irmão e suas sobrinhas crianças) que ele quer que o La Coq Rouge (restaurante/hotel da família Lefrève) faça a comida dos alemães. Além deles serem o inimigo, de maltratarem os habitantes do pequeno vilarejo, Sophie ainda é obrigada a servir comida de boa qualidade à eles, quando todos passam fome e estão a beira da inanição. É bem triste, e passa uma sensação bem real de como funcionavam as coisas para as pessoas comuns durante a Guerra, principalmente para as mulheres e em todos os sacrifícios pelos quais elas passavam. Édouard, o marido de Sophie, era pintor, e por isso, alguns anos antes em Paris havia feito um quadro dela. Quadro esse que estava na parede do La Cog Rouge, pois lembrava a Sophie a vida antes da Guerra, seu marido e a dava esperanças no futuro de que tudo acabaria bem, mesmo sabendo que a qualquer momento ele poderia ser tirado a força pelos alemães.
O quadro, como descobrimos mais tarde na história, se chama “A garota que você deixou para trás” e ele é extremamente admirado pelo Kommandant alemão, que fica fissurado pela garota da pintura. Admiração essa que trará problemas para Sophie.

Somos tirados da história de Sophie (numa parte bem crítica da história) para então sermos introduzidos em 2006, em Londres, para a vida de Liv. Liv é uma socialité viúva, que ainda não superou a morte do marido David e por isso não consegue seguir em frente com sua vida.
O começo da história de Liv não empolga muito, pois a vida dela é monótona demais. Quando Mo, a garçonete que ajuda Liv a se safar de um cara chato em um bar, entra na história, é que as coisas começam a tomar um rumo diferente. A gente até esquece que existiu uma Sophie antes de tudo isso e se foca completamente na história de Liv. Descobrimos como foi que David morreu, como era sua vida antes disso, mas acabamos nos apaixonando junto com Liv por Paul, um ex-policial, divorciado e com um filho, que trabalha numa empresa de recuperação de obras de arte perdidas ou roubadas durante as grandes guerras mundiais.

Tudo vai muito bem, obrigado, quando Paul vai a casa de Liv e vê o quadro na parede, quadro esse que ele acabara de ser contratado para recuperar. E é aí que a história dos dois desanda, pois “A garota que você deixou para trás” é muito especial para Liv, assim como era para Sophie, e ela começa aí a jornada para provar que o quadro dado pelo seu marido, é dela e de mais ninguém, independente de alguma família distante do artista tentar reinvidicá-l0. Essa parte da história é narrada diferente, pois temos acesso aos pensamentos e acontecimentos de Liv e de Paul, alternando entre os dois lados da história. Nas descobertas de Liv, na tentativa de ficar com o quadro, somos introduzidos a novos aspectos da vida de Sophie, descobertas surpreendentes feitas através de cartas e diários antigos da época. E é aí que ficamos obcecados pela história e não conseguimos largar até terminá-la.

O grande legal da história é que a sensação é de estar vivendo na França durante a 1° Guerra Mundial, assim como a sensação de estar sendo linchada publicamente na vida de Liv. Vejo ainda que, apesar do quadro ser o objeto em comum nas duas histórias, o fato das duas mulheres estarem enfrentando ‘inimigos’ em comum, como a opinião pública, mas de cabeça erguida, mostra a força que as mulheres precisavam e precisam ter todos os dias das suas vidas. Ser mulher não é fácil. Não era em 1917 e não era em 2009.

epílogo do livro é super gratificante e a história termina com gostinho de quero mais. Não sei se a intenção da escritora é continuar a história de alguma forma, ou se o final era só para deixar na imaginação de quem lê, e assim cada um decidir o que virá a seguir.
A história é apaixonante, de verdade. As páginas fluem fácil, principalmente nas partes de Sophie. A verdade é que Sophie me prendeu muito mais do que Liv. A maneira que ela enxerga a vida e luta por ela, apesar de toda a miséria e sofrimento, é inspiradora.

Gostei da escritora, é o primeiro livro que leio dela. Achei a escrita fácil e gostosa de ler. Pretendo em breve ler outras obras dela.

Sinopse

“Durante a Primeira Guerra Mundial, o jovem pintor francês Édouard Lefèvre é obrigado a se separar de sua esposa, Sophie, para lutar no front. Vivendo com os irmãos e os sobrinhos em sua pequena cidade natal, agora ocupada pelos soldados alemães, Sophie apega-se às lembranças do marido admirando um retrato seu pintado por Édouard. Quando o quadro chama a atenção do novo comandante alemão, Sophie arrisca tudo — a família, a reputação e a vida — na esperança de rever Édouard, agora prisioneiro de guerra. Quase um século depois, na Londres dos anos 2000, a jovem viúva Liv Halston mora sozinha numa moderna casa com paredes de vidro. Ocupando lugar de destaque, um retrato de uma bela jovem, presente do seu marido pouco antes de sua morte prematura, a mantém ligada ao passado. Quando Liv finalmente parece disposta a voltar à vida, um encontro inesperado vai revelar o verdadeiro valor daquela pintura e sua tumultuada trajetória. Ao mergulhar na história da garota do quadro, Liv vê, mais uma vez, sua própria vida virar de cabeça para baixo. Tecido com habilidade, A garota que você deixou para trás alterna momentos tristes e alegres, sem descuidar dos meandros das grandes histórias de amor e da delicadeza dos finais felizes.”

Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/Drama
Ano: 2014
Páginas:
384

 

Por onde andam as pessoas interessantes?

Li esse texto no site do Entre toda as coisas e achei lindíssimo. Ultimamente tenho me identificado muito com os textos do site, mas alguns deles são bonitos mesmo não tendo a ver com a atual fase da minha vida. Afinal, quem nunca se sentiu sozinho no mundo?!
 

Por onde andam as pessoas interessantes?

Depois que terminei meu namoro, senti que as coisas deram a devida reviravolta que eu tanto proclamava. De 4 a 6 semanas foi o suficiente pra poeira baixar e chegar ao limbo. O limbo é aquele lugar calmo, não muito raro, que todo mundo tem dentro de si. Um sótão que não é escuro, não abriga histórias de terror, não tem nada a ver com os filmes. Passei um bom tempo lá e confesso que tava até feliz por não ter que me distrair com ninguém a não ser eu. Depois de todo fim a gente precisa de um tempo pra cuidar da gente, botar a cabeça no lugar, sair por aí pegando uma infinidade de gente – papo chato de autoafirmação, aposto que você me entende. E depois de tudo isso, a gente para lá no limbo pra tomar uma cerveja.

De uns meses pra cá eu senti nada. Sentia nada, nadinha. Nem por uma, nem por dez das que jantaram comigo – e não é exagero, foram dez mesmo. Mexicano, japonês, italiano, comida no parque, jantar na casa dela, McDonald’s no shopping, rodízio de pizza, crepe na Voluntários, cachorro-quente num aniversário, sobremesa aqui em casa. A cada pessoa nascia aquele interesse curioso que era rapidamente sucedido pela preguiça de se dispor, de ter que contar toda a minha história, de ter que voltar pro grande jogo das conquistas.

Não me entenda mal. Eu sempre gostei de conhecer gente. Sempre gostei de ter um coração meio vagabundo que se encantava fácil, que era só achar quem tratasse bem ou batesse um pouco que ficava grudado no celular esperando resposta. E agora nada. Nadica. A maior demonstração disso foi quando superei o medo irrefreável de tirar o last seen do Whatsapp. Não tenho esperado mais resposta de ninguém e tenho tido pavor de responder alguém que não sejam os meus amigos. Ontem, por exemplo, eu peguei um ônibus lotado e um senhorzinho puxou assunto. Contou da vida, perguntou da minha. Monossilábica, meu senhor, é assim que ela anda. Nem escondi a intolerância e tratei logo de botar dois fones no ouvido pra me esconder do desconhecido. Reparei que a gente sempre faz isso na vida. A gente sempre abafa o que tenta incomodar a apatia com algum som familiar, com alguma memória preenchida ou com a desculpa de que a gente tá sempre ocupado e não pode prestar atenção. Eu, assim como um monte de gente, não quero sair da inércia, não quero sair daquele limbo sentimental a menos que alguém me puxe.

E isso me leva à outra questão: por onde andam essas pessoas que costumavam puxar a gente? Já falei sobre timing e sobre um monte de ingredientes pra equação, mas nem exijo amor, não. Uma história à toa, por menor que seja, só pra não lidar com o egoísmo da solidão. E nada de aparecer alguém que dê match na vida real como a gente dá no Tinder, ninguém que faça a gente ter vontade de continuar um papo tranquilo sem cobrança, mas com vontade de continuar. Quando falo em gente interessante, me refiro única e exclusivamente a quem se conecte com a gente de verdade, para além do mundo virtual e dos telefones da vida. Outro dia perguntei pra um amigo se ele sentia que as pessoas interessantes tinham sumido e ele disse que sim. Mais uma corja de amigos recém-separados e na mesma faixa de idade responderam o mesmo. E isso me faz pensar se a gente é que ficou desinteressante ou se o limbo emocional – nossa casa constante com o passar dos anos e dos relacionamentos – acabou tornando a gente mais exigente e maduro. Ou se realmente anda difícil encontrar conexão emocional numa época em que os aplicativos de pegação, a variedade de opções e a falta de tempo costumam transformar em instantâneos os relacionamentos que já estavam se tornando efêmeros.

Daqui do limbo as coisas vão de mal a monótonas. Cada novo encontro mostra que a barra de compatibilidade do last.fm tá quebrada. E eu já não sei mais se é a gente que deixou a coisa da conexão emocional se apagar por conta do momento, da apatia, da vontade interna de manter as coisas caladas ou se o mundo não tem proporcionado bons encontros com gente interessante – que deve andar escondida. Ou nós mesmos nos tornamos desinteressantes pela apatia. A única coisa que sei mesmo é que o Arnaldo Antunes nunca fez tanto sentido como hoje. Enquanto eu escrevia esse texto, um trecho dele martelava na minha cabeça, no meu limbo, na minha falta de interesse: “Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate, nem apanha”.

Livro do mês de agosto

Todo mês, vou fazer uma sugestão de livro aqui no blog.
Não necessariamente eu os li, mas me identifiquei de alguma forma com eles e quero compartilhar com vocês.

(Quero aproveitar para agradecer o grande número de acessos do pessoal de Portugal! Nunca imaginei que outros países iriam se interessar pelo conteúdo. Fica aqui o meu muito obrigado! 😉

Bom, o livro desse mês é “A Terra inteira e o Céu Infinito” ou no seu nome original “A Tale for the Time Being”, da autora Ruth Ozeki. Mesmo sem ter lido o livro, mas pesquisando sobre a história, acredito que o nome original tenha muito mais a ver do que o em português. Não achei ruim o título em português, pois assim como o inglês, ele também remete aos ensinamentos budistas da história. Mas “A Tale for the Time Being” me parece mais adequado. Eu não sou muito chegada em livros com religiões, pois não concordo com muitas crenças delas, mas essa história é contada diferente. Em nenhum momento o budismo é forçado e isso já é um ponto bem positivo, sendo assim somente uma característica dos personagens e não uma tentativa de “conversão” àquela religião.

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Mas uma das novidades pra mim, e foi isso que me levou a indicar o livro nesse mês, é o fato de que o gênero do livro é  auto-ficção. Não sei pra vocês, mas é primeira vez que ouço isso. Parece contraditório, né?

Auto-ficção nada mais é do que a história criada – fictícia – com alguns elementos da história real do próprio escritor – auto, como numa auto bibliografia. Então o livro tem aspectos totalmente inventados, assim como algumas características dos personagens são inspiradas na realidade de quem escreve.
Nesse livro por exemplo, uma das personagens principais se chama Ruth, que mora numa ilha remota no Canada. Ela tem imigrantes japoneses e é casada com um artista botânico chamado Oliver. Isso coincide com a vida real da escritora, que também tem descendência japonesa, mora numa ilha em British Columbia no Canada, e é casada com um artista chamado Oliver. Entenderam o que eu quis dizer com auto ficção?

Aqui uma definição mais ‘literária’:

“O termo auto ficção foi usado pela primeira vez por Serge Doubrowsky,  em 1977 no livro Fils, para conceitualizar o conjunto de obras literárias que apresentam passagens da vida ou, até mesmo, características físicas e psicológicas do autor em um contexto claramente ficcional.”

Sinopse do livro:

“Numa remota ilha do Canadá, a escritora Ruth cata mariscos com o marido na praia quando se depara com um saco plástico coberto de cracas que envolve uma lancheira da Hello Kitty. Dentro, encontra um livro de Marcel Proust, Em busca do tempo perdido, e se surpreende ao descobrir que o miolo, na verdade, é o diário de uma menina japonesa, Nao. A sacola misteriosa, segundo os rumores dos habitantes, é mais um dos destroços do último tsunami que devastou o Japão e foi levado pelas correntezas até a ilha. Desde então, Ruth é tragada pela história do diário de Nao, uma menina que, para escapar de uma realidade de sofrimento – de bullying dos colegas e de um pai desempregado e suicida -, resolve passar seus últimos dias lendo as cartas do bisavô, um falecido piloto camicase da Segunda Guerra Mundial, e contando sobre a vida da avó, uma monja budista de 104 anos. O que Ruth não esperava era que o diário iria levá-la a uma viagem onde ela e Nao podem finalmente se encontrar fora do tempo e do espaço.”

Número de páginas: 464
Ano de lançamento: 2014

Ele foi publicado pela Editora Leya aqui no Brasil, e pode ser adquirido nos links abaixo:

E para finalizar, vocês podem assistir ao vídeo da resenha da Lully no canal do Youtube dela, contando um pouquinho melhor sobre a história 😉

 

Série iniciada pelo “O Chamado do Cuco” terá mais livros que Harry Potter

J.K. Rowling divulgou recentemente que pretende escrever mais 7 livros, além dos que já foram publicados até agora. No total serão 9 livros e portanto, passará de Harry Potter que tem 7.

Rowling comentou:  “Eu amo escrever esses livros. E uma das coisas que eu mais gosto nesse gênero é que, ao contrário de Harry, onde há uma história abrangente, aqui você está falando de histórias separadas. Então enquanto seu detetive viver, você pode dar a ele os casos”.

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Ela ainda comenta na entrevista que está na metade do terceiro livro e que ele será focado em soldados que deixam a vida militar e voltam para suas casas. 

Os livros já lançados foram “O chamado do Cuco” e “The Silkworm” (lançado na Inglaterra). A previsão de estreia para o Brasil é em novembro pela Editora Rocco, e ele se chamará “O bicho da Seda”. 

Ainda não li nenhum dos livros, mas fiquei curiosa com a história e todo o ‘murmurinho’ em torno deles. Quem sabe até animo e tento ler  “Morte Súbita” de novo. 

 

Kindle Unlimited – o “Netflix” dos livros

Mais uma daquelas notícias que me balançam! Minha primeira reação foi “MAS QUE HORROR! O QUE SERÁ DOS ESCRITORES ASSIM?” Mas, pensando melhor, que ideia ótima! haha

A Amazon, empresa criadora do Kindle, divulgou essa semana o Kindle Unlimited, que vai funcionar basicamente como o Netflix funciona. O cliente pode experimentar o serviço gratuitamente por 30 dias e após isso, ele paga U$ 9,99 por mês para ter acesso a mais de 600 mil ebooks, com acesso ilimitado.

No momento, o serviço só está disponível para as contas americanas, e os ebooks disponíveis são todos em inglês. Mas, acredito que se vingar por lá, logo a Amazon vai disponibilizar para outras nacionalidades e em outras línguas também.

Abaixo, o vídeo da empresa explicando como funciona o serviço.

 

Para escritores que estão acostumados a enviar suas obras para venda na Amazon, vai funcionar assim: quando você cadastra o seu livro/história/conto, existe a opção de marcar o KDP select, que te ajuda a vender mais. E quando você selecionar essa opção de KDP select, automaticamente você autorizará a publicação no Kindle Unlimited. Mas, para aqueles que não querem fazer parte do programa, também tem a opção de desmarcar essa parte (só é preciso estar atento durante o cadastro).

Em relação aos lucros, o dinheiro só é contabilizado na sua conta, quando o cliente lê mais de 10% dele, ou seja, não lê só os trechos disponibilizados  gratuitamente pela Amazon, mas sim compra o ebook e o lê de verdade. Essa quantia vem do fundo do KDP select. É somente dessa forma que o royalties são contados. E só vale para a primeira vez que o cliente ler o seu ebook.

  A ideia é bem interessante, principalmente para escritores que não são muito conhecidos.

 

Aproveitando que estamos falando de ebooks, Amazon e coisa e tal, dá uma passadinha no link para adquirir meu conto pela enorme quantia de R$2,00.

 

 

7 livros que você não pode morrer sem ler (acredite!)

Dizem que 7 é um número mágico, não? Pois foi pensando nisso, que eu criei essa lista com os 7 livros que vocês PRECISAM ler. Parece que quem ler a matéria e não ler os livros, vai ter 7 anos de azar! Já combinei tudo com umas conhecidas haha

Sem mais enrolações, vamos a eles:

1 – A série Harry Potter de J.K. Rowling.

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SIIIIIM, Harry Potter. É óbvio que se foi falado em magia, ele precisa obrigatoriamente aparecer na lista. Não porque eu sou fã (desde que me conheço por gente), mas porquê HP traz todo o amadurecimento pela qual todos nós passamos na vida. Claro, tem todo o universo bruxo, mas por trás disso, tem o Harry medroso, a Hermione insegura e o Ronald ciumento. Se vocês acompanharem os livros desde o começo, e compararem o primeiro (A Pedra Filosofal) com o último (As Relíquias da Morte), vão perceber que o trio principal se destaca não só pela história bruxa, mas pelo grande amadurecimento pessoal que eles tiveram. É uma ótima leitura para se indicar para aquele primo que ainda está na pré-adolescência e tem muitos receios sobre o seu futuro. Além de tudo, é uma ótima forma de se incentivar a leitura, porque os livros são viciantes.
Eles foram publicados pela Editora Rocco aqui no Brasil e podem ser encontrados em qualquer livraria.

2 – A Culpa é das Estrelas de John Green.

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Não é por essa história ser a “queridinha” do momento, mas sim pelo valor emocional que o livro tem. A primeira vez que tive contato com esse livro foi à dois anos atrás, quando dei de presente de aniversário para minha mãe. Achei interessante o tema e resolvi comprar. Quando vi minha mãe chorando horrores lendo ele, eu só pensava “náah, não pode ser tão triste assim”. E lá estava eu, alguns meses depois, chorando mais do que ela. Eu acredito que terminei o livro todo em uma tarde. E nunca chorei tanto na vida lendo uma história. Claro que o tema é pesado: câncer terminal. Mas sempre se coloca uma esperança no final de que tudo vai ficar bem. Mas acima de tudo, essa é uma história de um amor puro, vivido da forma mais linda e simples que se possa imaginar.
Mas cuidado! Quando terminar o livro, provavelmente um pedaço do seu coração vai ficar guardado lá. haha

Ele foi publicado pela Editora Intrínseca e pode ser encontrado em qualquer livraria (MESMO).

3 – A menina que roubava livros de Markus Zusak.

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É um livro simples, mas de uma grandeza histórica enorme. O livro se passa na segunda guerra mundial, portanto a história é um pouquinho pesada e claro que não tem o final mais feliz. Mas o que faz esse livro ser realmente especial, é o fato dele ser narrado por ninguém menos e ninguém mais do que a Morte. Sim! Ela mesma! E esse fato dá a história uma perspectiva totalmente diferente. Aqui, a personagem principal é uma criança chamada Liesel, e nós somos apresentados a difícil história dela e como ela passou por cima de diversos problemas para sobreviver. A narrativa da morte da um certo medo em algumas passagens, mas é genial.
Ele foi publicado pela Editora Intrínseca e pode ser encontrado nas principais livrarias brasileiras.

4 – Garota Exemplar de Gillian Flynn.

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Comprei esse livro sem dar muito por ele, a capa mais me chamou a atenção do que qualquer outra coisa. E bem, não me arrependi. Sabe aquele romance policial que tu não consegues largar de jeito nenhum? É exatamente isso que ocorre aqui. O livro conta a história de Amy e de Nick, que são casados. No 5° aniversário de casamento, Amy desaparece e todas as pistas apontam para Nick como culpado. O caso vira destaque nacional e a mídia não demora para amolar a vida do personagem. E trabalhando em cima das pistas deixadas, somos levados a um final que, ACREDITEM EM MIM, ninguém podia prever. De todas as coisas que eu imaginei durante a história, nenhuma delas apontava para o final. É surpreendente, doentio de certa forma, mas é maravilhoso!
Leia a minha resenha sobre o livro, aqui.
Também foi publicado pela Editora Intrínseca e pode ser encontrado nas principais livrarias brasileiras.

5 –  O Fim da Eternidade de Isaac Asimov.

O Fim da Eternidade
Quem?! haha Sabe o filme que o Will Smith fez uns anos atrás, chamado “Eu, robô”? Então, a história que o filme se baseia é autoria do Asimov.
Eu conheci o autor através do meu namorado que é fã dele. Não me interessei muito porque o assunto abordado na maioria dos livros é sobre ficção científica e não sou muito adepta do gênero. Mas esse livro me pegou! Claro, me interessei mais porque ele tem romance, que é o grande xis da questão. Mas o enredo inteiro é muito bem desenvolvido e te pega de maneira que tu não consegues largar até acabar. O personagem principal é o Andrew que trabalha numa organização que monitora e controla o tempo, e o local de trabalho dele é no espaço. O cargo dele é basicamente mudar cursos na história da humanidade. Tudo vai muito bem, obrigado, quando ele conhece Noÿs, uma mulher que muda toda a história (literalmente) e faz Andrew descobrir o significado do amor. É muito interessante, de verdade. E o ambiente criado por Asimov é impecável, como sempre.

Leia a minha resenha sobre o livro, aqui.
Ele foi publicado pela Editora Aleph e pode ser encontrado (com muito esforço) nas principais livrarias brasileiras, como a Livraria Cultura, por exemplo.

6 – Os homens que não amavam as mulheres de Stieg Larsson.

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O gênero é policial, daqueles cheios de mistérios e mais mistérios e mais mistérios. Eles são quase inacabáveis haha A narrativa do livro é maravilhosa, talvez um pouco estranha pelos nomes dos personagens e dos locais, mas depois que tu se acostuma com eles, é tranquilo. O livro é pesado, os temas vão desde traição e  inveja familiar à violência sexual contra a mulher. E claro, envolve algumas passagens da Bíblia. Dá um certo medo de ler, ainda mais se como eu, vocês lerem de madrugada. Mas uma vez que se começa com ele, é quase impossível parar. Ele tem mais 2 outros livros, que eu ainda não li, mas que pretendo. A história é em torno de Mikael, jornalista que está indo a beira de um colapso na vida profissional e Lisbeth, que trabalha como detetive numa empresa e tem uma mente única (assim como seu jeito, diga-se de passagem). Os dois são contratados por um Henrik, patriarca de uma família poderosa, para resolver um crime familiar que ocorreu anos atrás. É de roer as unhas o final!
Ele foi publicado pela Companhia de Letras e pode ser encontrado nas livrarias por todo o país.

7 – As crônicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin.

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Eu não poderia deixar de fora a série que me fez devorar um livro de 800 páginas em 4 dias. Adoro histórias com um ‘Q’ medieval, com espadas, armaduras, cavaleiros e DRAGÕES. Não é novidade para ninguém o tema dos livros, eu acredito. Depois que virou série da HBO, Guerra dos Tronos como é mais conhecida, virou sucesso absoluto aqui no Brasil. Eu vi a primeira temporada da série, e quando o último episódio terminou, eu fiquei tão enlouquecida que corri para comprar os livros, pois precisava saber o que aconteceria depois. Para quem nunca leu as obras de Martin, prepara-se para um ambiente TOTALMENTE detalhista. Sim, ele descreve até o que os personagens estão comendo em suas ceias. E isso dá aos livros uma riqueza enorme. Claro que as vezes é cansativo ler certos detalhes. Mas vale a pena. Os capítulos são separados por personagens, sendo cada capítulo uma visão diferente de certo aspecto que ocorreu na história, assim como sendo de um local diferente de Westeros (pense em Westeros como um continente). A escrita do autor é detalhista, como disse ali em cima, mas também é cheia de mistérios e não é um mistério daqueles que tu consegue perceber só passando os olhos. É preciso estar atento aos sinais, pois eles não ficam na cara. As vezes quando frequento alguns fórum da série, leio a perspectiva de outros leitores e descubro coisas novas. Portanto, se você leu a série muito rápido, leia de novo. Provavelmente algo passou despercebido.
Ele foi publicado pela Editora Leya e pode ser encontrado em qualquer livraria.

 

E aí, o que acharam da lista? Alguém tem alguma outra sugestão?

 

Conheça o mais novo selo de fantasia literária: Fantástica Rocco

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Para quem é fã da Editora e de livros de fantasia, terror e ficção científica, já pode começar a soltar os foguetes!

Em agosto, a Rocco lançará o seu mais novo selo, chamado de Fantástica Rocco e com isso, mais portas irão se abrir para a publicação de livros desse gênero nos catálogos da Editora. Eles prometem livros nacionais e internacionais, o que é ótimo, pois ressalta a influência que os escritores nacionais estão fazendo no mundo da fantasia, além dos já queridos e amados autores internacionais.

Os mais novos lançamentos já com o selo novo, incluem:

  • Cemitérios de dragõesRaphael Draccon (nacional);
  • O Reino das Vozes que não se calamCarolina Munhóz e Sophia Abrahão (nacional);
  • Alif, o invisívelG. Willow Scott;
  • Contos inéditos de Doctor Who;
  • Além de nomes conhecidos como Neil Gaiman, Eoin Colfer e Michael Scott.